Perfil

Quem é Estenio Junior?

Estenio Junior, empresário e presidente da APEP pelo segundo mandato, é natural de Fortaleza, CE. Reside em Porto Velho desde 1985. Cursou o ensino médio no Colégio Dom Bosco e é graduado em administração de empresas. Iniciou carreira empresarial vendendo alimentos nas ruas da cidade, logo adquirindo uma farmácia na Jatuarana. Vende a farmácia e após algumas experiências, inicia a produção do suco QUERO MAIS, em espaço cedido por seus pais. Em 2008, se muda para o Polo Empresarial e dá continuidade à produção do suco QUERO MAIS, que é líder de mercado há 16 anos.
Carreira

Profissional, Empresarial e Liderança

  • Vendedor de lanches pelas ruas de Porto Velho
  • Gestor de farmácia
  • Empresário do ramo de sucos industriais (atual)
  • Presidente da Associação do Polo Industrial de Porto Velho – APEP
  • Diretor do Sindicado das Industrias de Bebidas de Rondônia – SINDBEBIDAS
Minhas

Causas Específicas

Estimular, por meio da atuação parlamentar, o desenvolvimento econômico e industrial do estado, com base na agregação de valor aos produtos, no estimulo à geração de emprego e renda, no aproveitamento sustentável dos recursos naturais, na inovação tecnológica e na conversão gradativa de processos manufatureiros em processos industriais, com uso intensivo de tecnologias, de engenharia organizacional e de gestão que potencializem os aglomerados de empresas com atividades afins ou complementares, fortalecendo integração produtiva e a livre iniciativa.

Há resistência no sistema educacional em inserir a disciplina sobre empreendedorismo no currículo escolar ordinário, a partir do ensino médio. Nesse sentido, a promoção de eventos permanentes, por parte do poder público (o IDEP pode conduzir o processo), é uma necessidade percebida entre os jovens para que despertem, estimulem e orientem a vocação empreendedora para quem está próximo a entrar na idade laboral.

Para fomentar e apoiar talentos nas áreas da música, teatro, dança, folclore, artesanato, vídeo, jogos eletrônicos, startups e artes em geral. A Economia Criativa é um novo tipo de organizar os agentes econômicos, que possui enorme potencial de geração de emprego e renda. Mas, é necessário que seja organizada, potencializada e percebida como oportunidade de inclusão e de desenvolvimento. São Paulo, por exemplo, percebeu isso e criou uma secretaria específica para cuidar da Economia Criativa.

Para a oferta permanente de cursos de qualificação ou requalificação profissional com recursos do Tesouro Estadual. Os programas de qualificação profissional são financiados, em geral com recursos do governo federal, tendo o Fundo de Amparo ao Trabalhador – FAT como maior financiador, com pequena contrapartida do tesouro estadual. O desejável é que programas de qualificação profissional de caráter permanente sejam custeados pelo tesouro estadual, pois isso possibilita governabilidade do Parlamento e do Executivo na agenda de formação, de acordo com os interesses dos trabalhadores e do mercado.

Com o objetivo de alavancar a indústria do estado de forma consistente e sustentável. Historicamente, políticas de desenvolvimento industrial ficaram sob a guarda da União, restando aos estados o cumprimento das diretrizes formuladas pelo governo central. Isso limitava o poder do estado na priorização de setores específicos, ou em apoio a outros não contemplados pela política nacional. O que se percebia era uma uniformidade nas ações, incompatíveis com diversidade regional. Com a Política Estadual do Desenvolvimento da Industria, caberá ao estado definir suas políticas industriais e, em função disso, demandar apoio ao governo federal. 

Política industrial sem espaços para debates plurais e diversificados não passa de boas intenções. Ouvir os agentes econômicos, bancos inclusive, os empreendedores e os trabalhadores é o melhor meio de entender as necessidades do setor e do mercado, como um todo, além de legitimar a política e ajustá-la naquilo que se faz necessário. Um Fórum Anual é a forma mais representativa de conseguir tudo isso.

A história dos distritos industriais nem sempre é de sucesso. Mas existem espaços ou aglomerados organizados que funcionam muito bem. O setor portuário do Rio de Janeiro é um exemplo disso. Para isso, é necessário criar políticas consequentes, contínuas e integrais. Não basta criar estímulos pontuais e finitos para um ou outro setor. Os espaços organizados nascem com um longo período de existência pela frente (30 anos é o padrão), por isso é possível construir políticas estruturais para o setor. Ao estado, cabe apoiar as iniciativas de implantação dos espaços organizados, mas a execução deve ser de responsabilidade dos municípios.

Os estados são diferentes um do outro. Em uns, as vantagens comparativas estão na infraestrutura, incluindo a qualidade da mão de obra disponível; em outros na biodiversidade dos seus recursos naturais; em ambos, a qualidade e o compromisso dos seus governos é determinante. Se um estado oferece vantagens em mais de um destes elementos, certamente apresenta maiores atrativos para investimentos que os demais. Mas isso precisa ser demonstrado, vendido, chegar com clareza aos interessados. Para isso, o estado tem que ter uma área especializada em “vender” as vantagens que ele apresenta para os investidores interessados. As ações para atrair investimentos não devem ser tratadas como custos, e sim como investimento.

Existem setores econômicos no estado que nunca apresentaram momentos de desenvolvimento econômico, sobrevivendo às duras penas, conseguindo apenas reproduzir a sua atual taxa de acumulação. No geral isso não ocorre porque o setor nunca foi objeto da atenção de qualquer política de fomento. No caso de Rondônia, toda a atenção está voltada para os setores que compõem o agro, enquanto a indústria e o comércio convivem com o completo abandono por parte dos governos.

A proximidade com os estados da região centro-oeste não tem se traduzido em vantagens comparativas com as indústrias dos estados de lá. É notório que há espaços, mesmo que segmentados, para a adoção de medidas estimuladoras para as indústrias de Rondônia. A falta de políticas estruturais impede que se oferte vantagens, mesmo que pontuais, para que empresas do estado possam concorrer em condições de igualdade com as empresas da região norte e sudoeste.

Indústria certificada é a indústria do futuro. Em tempos de crise climática, em que a natureza sofre agressões de todo tipo, adotar rígidos controles de proteção ambiental na indústria é um imperativo. Isto é tanto mais importante se as unidades industriais estiverem na Amazônia. O selo da indústria de Rondônia deve ir além dos conceitos definidos pelo ISO 9000 e se aproximar dos princípios ESG (ambiental, Social e governança). Como o selo é a garantia de valorização aos produtos, esta deve ser a obsessão de todo o empresariado e dos governos.

Com capacidade de receber eventos de grande porte, oferecendo condições para a Capital protagonizar a Agenda de Eventos Estadual, uma vez que o município possui todas as condições de acolher grandes eventos (rede hoteleira de grande estrutura) e oferece facilidade logística (aérea, terrestre e hidroviária) para visitantes externos. A Rondônia Rural Show é exemplo de evento que não se justifica ser realizada fora da Capital, pois o seu tamanho e as condições de infraestrutura de Ji-Paraná são incompatíveis.

Para que o que setor de comércio tenha um calendário fixo de feiras, seminários, simpósios, exposições e festivais. Com isso, a economia ganha em dinamismo, em diversificação e aumenta as chances de melhorias nos indicadores de emprego e da renda.

De modo a potencializar o comercio da via mais tradicional de Porto Velho. Com isso, garantir a manutenção dos empregos, das atividades empresariais e oferecer mais uma opção aos consumidores da cidade. A sua proximidade com o Monumento à Ferrovia Madeira Mamoré é uma vantagem que deve ser explorada. A diversificação do mix de produtos e serviços oferecidos é outro fator que deve ocorrer. 

Para a agregação de valor aos produtos das famílias proprietárias de pequenas áreas, individual ou coletivamente, com prioridade para aquelas produtoras de frutas regionais, atualmente muito demandadas pelos mercados locais. Esta política deve ser conduzida pela Secretaria Estadual de Agricultura.

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